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domingo, 29 de janeiro de 2012

POLÍTICA DE EXTERMÍNIO DO NAZI-SIONISMO.



"Devemos usar o terror, assassinato, intimidação, o confisco da terra, e o corte de todos os serviços sociais para se livrar da população árabe." - David Ben Gurion Polonês ( político israelita e ex-PM)

"Temos que matar todos os palestinos a menos que eles se resignem a viver aqui como escravos." - Presidente Heilbrun, o prefeito de Tel Aviv

"Os palestinos são animais caminhando sobre duas pernas." - Menahim Begin, discurso no Knesset, 25 de junho de 1982

"Quando tivermos nos estabelecido na terra, o que os árabes serão capazes de fazer sobre isso será uma correria como baratas drogadas em uma garrafa." - Raphael Eitan, ex-Chefe do Estado-Maior das Forças de Defesa de Israel

"Os palestinos serão esmagados como gafanhotos e suas cabeças serão esmagadas contra as rochas e paredes." - PM israelita, Yitzhak Shamir New York Times 01 abril de 1988

"Nós viemos e roubamos seu país Por que eles aceitam isso?" - David Ben Gurion, ex-PM de Israel.

sábado, 7 de janeiro de 2012

GAZA- -UM CAMPO DE CONCENTRAÇÃO SIONISTA!


Bomba de Fósforo sobre Gaza. Crime de Guerra. Crime Contra a Humanidade!
27 de d...Ver mais
Free GAZA!!! - Liberdade para GAZA!!! - Gaza é um Campo de Concentração Sionista! - A maior prisão a céu aberto do mundo. “Gaza não é um desastre natural. Gaza é um desastre construído e planejado pelas políticas desumanas de Israel." - John Ging, Diretor da Agência da ONU para Auxílio Humanitário em Gaza. O bloqueio levou a racionamentos cada vez mais terríveis, que abalaram todas as estruturas da economia e da sociedade. A falta de combustível, elevou os preços da gasolina para mais de $50/galão no início do verão e levou, em seguida, à falta de energia elétrica. Hospitais, que dependem de geradores a diesel para funcionar, ficam paralisados regularmente por até 12 horas por dia. Sem combustível para as bombas de irrigação, as colheitas, já minguadas, desaparecem. Nas casas, só há água corrente durante menos de 6 horas por dia, e um terço das casas não tem água encanada. Para o grupo B’Tselem, de israelenses ativistas dos direitos humanos, 955 crianças palestinenses foram mortas pelo exército de Israel; e 123, nos ataques palestino, desde o início da II intifada em setembro de 2000. Por causa do bloqueio, cerraram as portas 3.500 das 3.900 fábricas que havia em Gaza, o que levou à demissão de mais de 100 mil empregados do setor privado. A renda per capita em Gaza é inferior a 2 dólares/dia; 80% das famílias dependem integralmente de auxílio internacional para comer. O mais impressionante ato de resistência não-violenta em Gaza é sobreviver. Várias famílias aprenderam a caçar e criar coelhos e pássaros selvagens, para suplementar a dieta. Há uma precária mas eficiente rede de túneis que atravessam a fronteira do Egito, cuja construção custou muitas vidas, mas que é importante via pela qual chegam suprimentos e remédios. Nas últimas semanas, começou a operar uma rede de tubulações, subterrânea, que aliviou consideravelmente a falta de combustível. Alguns carros rodam movidos a gás de cozinha, vendido a 300 dólares o botijão. A falta de gás para cozinhar fez muitas famílias reverter aos fogões à lenha. Não havendo concreto, começam a reaparecer em Gaza construções feitas de tijolos de barro queimado. O colapso da economia em Gaza é mostra do imperialismo de guerra em estágios extremos: economia obrigada a operar sem matérias-primas, esfacelamento de todas as indústrias locais mediante a violência militar e o bloqueio, acesso permitido só a produtos manufaturados importados exclusivamente da potência ocupante, pressão para forçar os habitantes a consumir todas e quaisquer reservas ou poupanças que tenham armazenado. Quando o bloqueio terminar, algum dia, a população ainda demorará muito para recuperar-se, mesmo com extensa ajuda humanitária. Amjad Shawa, diretor da Rede Palestinense de ONGs, lembra que o bloqueio é instrumento da ocupação israelense. "O estatuto legal de Gaza é "território ocupado". O bloqueio é um instrumento da mesma agressão. Por isso os ataques a Gaza, por Israel, configuram crime de guerra. De fato, por mais que precisemos de ajuda humanitária, a solução não virá daí. Precisamos pôr fim à ocupação". Quem invade? Quem destroi? Quem Humilha? Quem profana? Quem expulsa? Quem ocupa? Quem mata? Quem constroi colônias? O Direito Internacional concede a qualquer população combatendo uma ocupação ilegal, o direito de utilizar "todos os meios à sua disposição" para se libertar. A Resistência violenta é o resultado de uma ocupação militar desumana que inflige arbitrariamente castigos cotidianos, que nega a possibilidade da própria existência dos meios de subsistência, que constroi muros e bloqueia auxílios humanitários. Free GAZA! .

MÃES PALESTINAS!!!

“Infelizmente, os israelenses insistem em ensinar a nossas crianças a linguagem da guerra ao invés da paz.” “Não queremos ver nossas crianças sofrendo, preferíamos canalizar toda a raiva, o medo e o ódio para algo mais construtivo, em lugar de alguma coisa destrutiva. Mas, insistimos no direito de nossos filhos viverem com dignidade, em um país livre. Quem pode nos negar este direito?” Por Jumana Odeh MD, MPH Jamais me esquecerei da voz da mãe de um jovem mártir, quando nos contou sobre a morte de seu filho. Um pouco depois do pôr-do-sol, ela percebeu sua ausência. Geralmente ele ficava por ali àquela hora. Ela saiu correndo, com o terror estampado nos olhos, sua voz trêmula, suplicando às pedras que dissessem onde estava seu filho. Alguns minutos mais tarde, seus amigos chegaram com a notícia terrível de que ela tinha perdido seu filho. Ela era, e é, uma mãe palestina. Minha sogra perdeu Osama, seu filho de 23 anos, no Líbano, em 1982. Ele foi morto por um atirador israelense. Desde então, cada vez que a encontrava, esperava que ela tivesse vencido seu pesar. Cada dia eu achava que o tempo a ajudaria a esquecer, como faz com tantos outros acontecimentos da vida. Ela continuou a dar o máximo de seu amor para os outros filhos: existe em nossa cultura um ditado que diz que "mais caro do que um filho ou uma filha é o seu filho ou filha". Mas ela jamais esqueceu seu filho. Sim, ela tinha mais nove filhos, mas ela continuava dizendo que cada um tem um lugar especial no coração da mãe e este lugar nunca será preenchido por qualquer outra pessoa ou coisa. Ela tentou lidar com sua dor até o último momento de sua vida. Em 1990, ela foi vencida pelo gás de uma granada atirada por soldados israelenses em sua cidade, próxima a Jerusalém. Ela explodiu perto da janela de seu quarto "por engano", conforme explicado depois de sua morte. Cardíaca, ela não aguentou os efeitos dos gases pesados. Pior de tudo, ela morreu com uma profunda dor no coração pela perda de seu filho. Ela também havia nascido palestina e morrera palestina. As mães palestinas lembram a data do nascimento, o peso ao nascer, o primeiro passo, a primeira palavra de cada um de seus filhos. Mesmo que a mãe tenha muitos filhos e mesmo que seja analfabeta, ela se lembrará de todos os detalhes. Nós somos 8 irmãos e irmãs. Minha mãe guardou um chumaço de cabelo do primeiro corte de cada um de nós. Eu ainda penso como ela me deu meu histórico quando deixei minha casa. Nele encontrei uma prescrição de um pediatra quando eu tinha 8 meses de idade. Mais tarde, trabalhei com ele quando me formei em medicina. Eu mostrei a ele aquela receita de 25 anos. Minha mãe é palestina. Dos meus 18 anos de experiência com mães de toda a Cisjordânia e Gaza, sempre tive a impressão de que elas são muito cuidadosas com a saúde e o bem-estar de seus filhos, não importa quantos eles sejam. E como pediatra, eu aprendi bastante com as mães, o que as escolas de medicina não nos ensinam, questões relacionadas com a nossa cultura e atitudes. Eu vivenciei a maternidade quando dei à luz minha primeira filha, de parto cesariana, como muitas mães no mundo todo. Algumas vezes ficamos assustadas, principalmente se for o primeiro filho. Ainda me lembro quando Dana foi colocada em uma outra sala com outros recém nascidos, e à noite pulei da cama porque eu ouvi seu choro. Reconheci sua voz dentre as vozes de 7 outros bebês. Nós, as mães palestinas, amamentamos nossos bebês como as outras mães no mundo inteiro. Um estudo do UNICEF mostrou que 97% de nós amamentamos nossos bebês. Lembro que ajudei no parto de muitas mulheres, em diversas partes do globo, de diferentes grupos étnicos, diferentes cores, diferentes culturas e diferentes religiões. Minha segunda filha, Tala, nasceu de parto normal. Mas o que me lembro claramente é que todas nós temos a mesma dor e a mesma alegria. Algumas vezes até morremos durante o parto, como acontece em países desenvolvidos. A taxa de mortalidade materna na Palestina ainda é muito elevada. Jamais me esquecerei o que certa vez aconteceu quando estava voando de volta para casa, com minha filha Dana, de 4 anos, em um vôo charter. Ela era a única criança, juntamente com Danielle, uma menina israelense, aproximadamente da mesma idade. Alguma coisa pareceu errada com o avião e todos nos tornamos uma família diante da morte iminente. Dana e eu éramos as únicas palestinas. Quando aterrissamos no aeroporto de Tel Aviv, Dana e Danielle se davam como irmãs. Depois de passarmos pela fiscalização, fomos paradas pela segurança, como acontece invariavelmente com todos os palestinos. As duas crianças fizeram um estardalhaço tão grande que eles permitiram que elas passassem juntas, só porque elas tinham passado pela experiência de uma morte possível juntas. Tenho uma amiga americana e outra francesa. Somos quase da mesma idade, exercemos a mesma profissão e temos filhos quase que da mesma idade. Outro dia, quando helicópteros israelenses bombardearam Ramallha, Beit Jala e Bei Sahour, todas nós sentimos o coração disparar e a pressão sanguínea se elevar. Muitas de nós estávamos preocupadas que nossas crianças pudessem estar feridas. Biologicamente, somos as mesmas, mas algumas pessoas acham que eu sou mais fria do que as outras mães, e isto por que sou palestina. Estudos a respeito das mães palestinas mostram que, como outros membros da comunidade, elas são atraídas para várias ideologias, identidades e sistemas de compreensão para que o quem e o que são façam sentido, principalmente durante as épocas de crise. A realidade cultural e política dos palestinos, sob ocupação prolongada e exposição a várias espécies de violência política, favoreceram uma busca de consolo para suas condições difíceis, e que lhes dá força e sentido, nas crenças políticas e religiosa. Neste contexto, o "martírio" é reconhecido como um sofrimento necessário na sua luta política legítima, seu instinto para continuar e manter sua resistência nacional é alimentado com uma crença religiosa no jihad e na "shahadah", ou martírio. Por que algumas pessoas dizem que jogamos nossas crianças nas ruas para serem mortas? Amamos menos nossos filhos porque queremos que eles vivam uma vida feliz em um país livre? Esse tipo de declaração é racista, penso, porque nos pintam como subhumanos ou não humanos. Em lugar de acusar as mães palestinas de não serem palestinas, penso que aquelas pessoas deviam considerar o fato de que Israel é o único país que, no século XXI, ainda ocupa a terra de um outro povo. E que 99% de todos os jovens que estão participando da luta contra a ocupação israelense nasceram nos últimos 33 anos, o que vale dizer, sob a ocupação. 100% são da geração da primeira Intifada. A maioria deles testemunhou todas as formas usadas na agressão dos invasores, 42% deles viram seus pais apanharem diante de seus olhos, 92% deles foram expostos aos gases de efeito moral, 85% testemunharam os ataques noturnos, 19% foram detidos e 23% foram feridos. Estudos sobre as crianças palestinas mostraram que elas têm uma auto-estima positiva e elevada. Também têm uma compreensão limitada da consequência da morte e da vida numa situação perigosa. O que mais poderia se esperar de uma geração que nasceu na guerra? Não queremos ver nossas crianças sofrendo, preferíamos canalizar toda a raiva, o medo e o ódio para algo mais construtivo, em lugar de alguma coisa destrutiva. Mas, insistimos no direito de nossos filhos viverem com dignidade, em um país livre. Quem pode nos negar este direito? Isto me traz à mente o que aconteceu com minha filha mais nova, Tala. Apesar da situação difícil que estamos vivendo, ela estava se distraindo, fazendo pipoca para vender num evento da escola, a chamada "cerimônia das lembranças brancas". De repente, colonos isralenses ou soldados começaram a atacar as vizinhanças. Ela me olhou e disse: "Isto não é brincadeira! Desta vez, eles estão atirando com uma 800mm e não com uma 500mm." Como qualquer outra criança palestina, ela começou a fazer a diferença entre o som das bombas e das balas. Infelizmente, os israelenses insistem em ensinar a nossas crianças a linguagem da guerra ao invés da paz. Por: Jumana Odeh MD, MPH Diretora do The Palestinian Happy Child Center.